28 de outubro de 2010

A Parada


O ar parado e meus pensamentos voando de forma absurda.
Meu rosto agora inexpressivo, esconde a grande mistura aos olhos dos outros;
Talvez se vissem metade do que acontece se afastariam, ou olhariam para mim absortos.
Sei que estou aqui esperando um ônibus mas parece que cheguei por um escorrego;
Que não lembro direito, nem parece que cheguei, apenas... acordei.
Esse ônibus que pegarei, irá me levar para um lugar que eu conheço de um lado
E de outro é como se fosse de outra galáxia.
Vou agora com as mãos agitadas, o sangue veloz, com a perspectiva de um fanático ao seu sonho.
Eu acordei e agora, me sinto como se estivesse recebendo um grande abraço.

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