Nunca fui o centro das atenções,
Eu fui o que marcou as vidas por motivos diversos.
Eu não sou a luz do sol,
Eu sou a luz das estrelas e da lua, na noite imensa.
Eu não sou a explosão,
Eu sou a anti-bomba atômica.
Não sou o malandro,
Sou o honesto misterioso.
Não sou o magnífico,
Sou a beleza de uma lágrima de felicidade.
Eu sou aquele que só os curiosos conseguem ver direito.
20 de dezembro de 2011
13 de dezembro de 2011
Até.....
Eu iria até o planeta mais frio,
Eu iria até o inferno e abaixo dele,
Passaria pelos momentos mais insuportáveis,
Pelas problemáticas das problemáticas,
Pelo fogo que desmancha o mundo;
Eu iria para perto da boca do tubarão
E até dentro dela,
Eu iria para a a grande queda.
Com você, eu passaria por tudo isso com a cabeça erguida,
E ainda seria só o começo.
Eu iria até o inferno e abaixo dele,
Passaria pelos momentos mais insuportáveis,
Pelas problemáticas das problemáticas,
Pelo fogo que desmancha o mundo;
Eu iria para perto da boca do tubarão
E até dentro dela,
Eu iria para a a grande queda.
Com você, eu passaria por tudo isso com a cabeça erguida,
E ainda seria só o começo.
7 de dezembro de 2011
O Carrancudo E O Palhaço
Lá se vai de cabeça baixa.
Ele prefere usar a força que tem para olhar para baixo,
Porque pensa que se colocar para cima,
A força será destruída e o chão será ainda mais sua realidade.
O chão é firme,
Não mais suas vontades.
Mas, por quê ele está triste?
Não há queda sem motivo.
Lá se vai pulando.
O circo é sua casa,
Seus sorrisos são suas palavras,
E lhe dá com seus erros como se fosse um papel ensaiado.
Ele é feliz
E o circo é sua casa,
Mas o circo é sua casa
E sua casa é apenas o circo.
A verdade é que,
A verdade escondida no carrancudo
É que ele também é um palhaço.
Parece não querer admiti-lo
Ou escondê-lo dentro dos mais secretos esconderijos,
Mas o fato é que ele é um palhaço triste.
Ele tem piadas para contar,
Só que a alma ficou pesada.
Ele olha lá fora,
Olha o cenário estático
O pensamento estático
com programas e seriados estaticamente planejados
A desigualdade ainda bastante estática
Correndo por fora das redes e aparelhos virtuais.
O palhaço triste mesmo quando não está encenando,
Chama atenção, e nesse momento, fica ainda mais surpreendente.
É o momento em que a gargalhada vira silêncio.
Mas vejam só,
O outro palhaço chega.
Os dois precisam se encontrar,
Senão o espetáculo é incompleto.
Eis o melhor momento...
Os dois se abraçam.
Ele prefere usar a força que tem para olhar para baixo,
Porque pensa que se colocar para cima,
A força será destruída e o chão será ainda mais sua realidade.
O chão é firme,
Não mais suas vontades.
Mas, por quê ele está triste?
Não há queda sem motivo.
Lá se vai pulando.
O circo é sua casa,
Seus sorrisos são suas palavras,
E lhe dá com seus erros como se fosse um papel ensaiado.
Ele é feliz
E o circo é sua casa,
Mas o circo é sua casa
E sua casa é apenas o circo.
A verdade é que,
A verdade escondida no carrancudo
É que ele também é um palhaço.
Parece não querer admiti-lo
Ou escondê-lo dentro dos mais secretos esconderijos,
Mas o fato é que ele é um palhaço triste.
Ele tem piadas para contar,
Só que a alma ficou pesada.
Ele olha lá fora,
Olha o cenário estático
O pensamento estático
com programas e seriados estaticamente planejados
A desigualdade ainda bastante estática
Correndo por fora das redes e aparelhos virtuais.
O palhaço triste mesmo quando não está encenando,
Chama atenção, e nesse momento, fica ainda mais surpreendente.
É o momento em que a gargalhada vira silêncio.
Mas vejam só,
O outro palhaço chega.
Os dois precisam se encontrar,
Senão o espetáculo é incompleto.
Eis o melhor momento...
Os dois se abraçam.
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