Uma delas foi quase uma irmã, outras, no mínimo, foram essenciais quando eu era mais jovem. Não fale mal de empregada ou diarista na minha frente, profissão que ainda é a mais ocupada (baseado em dados desse ano) pelas mulheres do Brasil. Sempre foi natural eu ouvir coisas como "parece uma empregada", ou "roupa de empregada" ou "o negócio é comer empregada" acompanhadas de brincadeiras sutilmente relacionadas ao machismo. Como se, se houvessem empregados, com 20, 35, 40 ou 50 anos ou mais; não iriam transar com garotas de 15, 16, 17, 20 anos que desse em cima deles. "Ladra", quando a pessoa não consegue achar alguma coisa, "incompetente"quando quer fazer a diarista de escrava. Ao contrário desses pensamentos, eu faço um brinde à todas as empregadas deste país, pessoas comuns, coerentes à situação que vivem; pessoas maliciosas e boas, nervosas e generosas. Eu faço um grande brinde.
Um parabéns pelas conquistas nos direitos trabalhistas... às próprias, e àqueles que propiciaram isso. Eu fico contente em ver que essas mulheres estão sendo mais valorizadas. Ora; limpa cueca, faz comida, limpa calcinha, varre a casa, encontra objetos perdidos, cuida da criança e tantas outras coisas; ela nos ouve. Agora, bêbamos!
Um parabéns pelas conquistas nos direitos trabalhistas... às próprias, e àqueles que propiciaram isso. Eu fico contente em ver que essas mulheres estão sendo mais valorizadas. Ora; limpa cueca, faz comida, limpa calcinha, varre a casa, encontra objetos perdidos, cuida da criança e tantas outras coisas; ela nos ouve. Agora, bêbamos!
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